LUTANDO PELA FÉ

19 Jun

imabibliaantNa ministração de hoje estaremos falando a respeito da importância da fé; como ela é combatida e a função que exerce sobre a nossa vida. Queremos por em destaque o seguinte texto para embasar este comentário:

“Amados, quando empregava toda diligência em escrever-vos acerca da nossa comum salvação, foi que me senti obrigado a corresponder-me convosco, exortando-vos a batalhardes, diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” (Jd. 3).

QUEBRA GELO

 Como está a sua fé?

Tem sido atacada?

Qual tem sido sua postura em relação á fé?

Ressaltando sobre o valor de fé, Rosalee Appleby e Stela Dubois, escreveram:

“Sim, a fé!

É a graça sobrenatural que põe o homem em contato com o seu criador!

É a “receptividade da alma”que abre caminho aos planos celestes!

É a entrada refulgente por onde o coração caminha do visível ao invisível

É a convicção íntima que esclarece tudo conforme a vontade divina!

É a resolução firme que coloca Deus no centro da vida”.

 QUANDO A FÉ ENTROU EM NÓS

O grande momento da nossa vida, foi quando paramos para ouvir a Palavra de Deus. A fé entrou na nossa vida e nos levou a uma nova dimensão de Deus (Romanos 10.17). Quando a fé veio para nós através da Palavra, descobrimos a Jesus Cristo o salvador e a nossa vida foi mudada.

PELA FÉ:

Somos guardados: “…que sois guardados pelo poder de Deus, mediante a fé, para a salvação preparada para revelar-se no último dia” (1 Pe 1.5). O poder de Deus é liberado para nos guardar através da ação da fé.

Vencemos o mundo: “…porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (1 Jo 5. 4). Concluímos que nascemos de Deus pela fé e esta mesma fé nos faz vencedor.

Garantimos a nossa salvação: “…obtendo o fim da vossa fé: a salvação da vossa alma” (1 Pe 1. 9). Sabemos que a nossa salvação é condicional, isto é, podemos perdê-la, mas se nos mantermos  na fé, garantiremos a nossa salvação. Baseado neste princípio, é que o Apóstolo Paulo, quando percebeu que estava indo para o fim da sua existência terrena, declarou: “Combati o bom combate acabei a carreira e guardei a fé (2 Tm 4.7).

NOSSA FÉ É ATACADA:

Pelos Lobos vorazes: Eu sei que depois de minha partida, entre vós penetrarão lobos vorazes, que não pouparão o rebanho. E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens falando coisas pervertidas para arrastar  os discípulos atrás deles” (At 20. 29,30). Esses lobos vorazes são os que querem enganar com doutrinas hereges os filhos de Deus. Cada vez que uma estranha doutrina  é aceita, a fé começa a ser afetada. Judas nos escreve a respeito desses, dizendo que: …transformam am libertinagem a graça de Deus e negam o nosso único e Soberano e Senhor, Jesus Cristo (Jd 4).

Pelo Diabo: “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar; resisti-lhe firmes na fé, certos de que sofrimentos iguais aos vossos estão se cumprindo na vossa irmandade espalhada pelo mundo (1 Pe 5. 8,9).

A fé é provada: Nossa fé passa pela prova como o ouro passa pelo fogo, o mais importante é que o resultado seja o mesmo – purificação. Fazendo relação com este pensamento, escreveu Pedro: “…para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo (1 Pe 1. 7).

 CONSIDERANDO O ACIMA EXPOSTO, DEVEMOS FORTALECER A NOSSA FÉ.

 Nossa fé precisa ser fortalecida com a Palavra de Deus. Precisamos ouvir e receber com fé a Palavra para que ela possa produzir em nós um espírito quebrantável  e obediente. No texto abaixo, veremos a instrução de Pedro quanto à maneira de fortalecer a fé através de  associação, cujo  resultado final é: atividade, frutificação, tendo por base central o Conhecimento do Senhor Jesus Cristo:

“Por isso mesmo, vós, reunindo toda vossa diligência, associai com a vossa fé a virtude; com a virtude, o conhecimento; com o conhecimento, o domínio próprio; com o domínio próprio, a perseverança; com a perseverança, a piedade; com a piedade, a fraternidade; com a fraternidade, o amor. Porque estas coisas, existindo em vós e em vós aumentando, fazem com que não sejais nem inativos, nem infrutuosos no pleno conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo” (2 Pe 1. 5-8).

Portanto, encerraremos esta ministração, com as palavras do Apóstolo Paulo: “Quanto ao mais, sede fortalecido no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo (Ef 6. 10,11).

(Pr. F. Meirinho)

* CRIE UM – GRUPO CONEXÃO CRISTÃ

SUGERIMOS ESTA MINISTRAÇÃO PARA PQUENO GRUPO: Família, amigos, vizinhos.

 

 

 

 

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VEM CEAR!

2 Jun

imamesaÉ difícil compreender os mistérios que envolvem a mesa – do café, do almoço, do jantar. Em torno dela, os amigos se juntam, a família se reúne para conversar, estreitar amizade, interagir, brincar, sorrir…

Se você refletir melhor sobre o passado, logo verá, quantas coisas positivas surgiram em torno de uma mesa. Lembrará de pessoas importantes na sua vida, que em algum momento sentaram na mesma mesa.

Qual é a sua última lembrança positiva, que marcou a sua vida, que está relacionada à mesa? Pode ser que, seja o inicio do namoro que virou casamento, o aniversário de uma pessoa especial, ou uma palavra, um olhar, de alguém que não existe mais, ou apenas pequenos gestos. De qualquer maneira, você, queira ou não, é, diretamente ou indiretamente resultado de algo que aconteceu em torno da mesa, contando, é claro, com as refeições e reuniões habituais.

Jesus conhecia muito bem a importância dos encontros que se davam em torno da mesa. Sabia que o amor, a firmeza de caráter, os grandes ensinos, aliados as emoções pertinentes se entrelaçavam quando a família, os amigos sentavam à mesa. Talvez, por isso, considerando a importância de sua mensagem, formalizou um momento especial do partir e repartir do pão e do vinho entre seus seguidores. Não seria esta a forma que encontrou para poder compartilhar o seu amor, mostrando sua maior missão na terra, sua doação total em favor dos pecadores?  Sua própria vida oferecida, em que o pão e o vinho, simbolizassem respectivamente – seu corpo moído, seu sangue derramado na cruz do calvário. Tudo era exposto simbolicamente à mesa, da mesma forma como a cruz, formada de duas hastes – vertical, mostrando que tudo procede de Deus, e horizontal, cuja a mensagem tinha a intenção de revelar que o projeto divino visava a inclusão de toda a humanidade.

Pensou! Isso não pode ser esquecido. Paulo o apóstolo lembrou – a mesa do Senhor – não pode morrer,  e passou aos demais, dizendo:

“Pois recebi do Senhor o que também lhes entreguei: Que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão e, tendo dado graças, partiu-o e disse:  “Isto é o meu corpo, que é dado em favor de vocês; fazei isto em memória de mim”. (1 Co 11. 23)

A “mesa da memória”, não foi esquecida, e isto é o principal sentido da ceia do Senhor. Provavelmente, ajudou no decorrer da história, para que Jesus não fosse esquecido.

Jesus lembrado, é Jesus amado, reverenciado. Jesus lembrado leva cada a pessoa a perguntar  o porquê que não pode ser esquecido? Jesus lembrado não se refere ao imaginado, mas o fato redentor, seu sofrimento, sua morte, ressurreição, seus ensinos contundentes – seu amor.

Cada vez que você sentar-se em torno da mesa, poderá também lembrar- se de que ela é muito representativa, sem esquecer-se de que, das muitas mesas que existem, há a mais sublime – a mesa do Senhor, onde o cristão é convidado a sentar, tanto para refletir sobre o seu sacrifício, quanto para agradecer pela redenção e celebrar as grandes vitórias, com base na sua gloriosa ressurreição. Ele sofreu, para que não fôssemos punidos, morreu para que vivêssemos, ressuscitou para mostrar, que a vida continua em dimensões colossais. Vem cear! A mesa está pronta! Participando, não vamos esquecer, o que Ele fez, faz e fará.

Pr. F. Meirinho

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MÃE! Entendo o seu significado

10 Maio

ImamãeA melhor maneira de entender  o coração de uma mãe é buscar saber o meio pelo qual Deus demonstra o seu amor. Vemos nas escrituras que Deus é amor. Mas isso não seria o suficiente se não houvesse um texto que nos levasse além do pensamento de Deus, quanto ao aspecto efetivo e afetivo de Deus, registrado no Evangelho de João: “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho, para que todo aquele que nele crê, não pereça mas tenha a vida eterna”.  Nesse texto temos: a expressão do amor,  a dádiva, o dever, e também o cuidado, que garante aos filhos um futuro melhor.

Posso vislumbrar um pouco o coração de uma mãe quando vejo o que Deus fez por nós. Partindo disso,  serei mais grato. Minha capacidade de elaborar sentimentos de gratidão será maximizada. Meu reconhecimento dinamizado, com chance maior de, na condição de filho ter, maior reconhecimento que possa envolver vários posicionamentos, como: respeito, carinho, solicitude.

Se isso não bastasse, seria bom que cada filho voltasse ao tempo e se visse crescendo, brincando, correndo, estudando. Mas, se visse também, doente, triste e chorando, tendo alguém bem próximo, para se alegrar com sua alegria, chorar com o seu choro, mas jamais esquecer de seu papel maior, de oferecer afagos, amor e compreensão em todos os momentos.

Cada vez que reflito sobre a palavra mãe, ela se reveste de muitos significados. Incorporado a tudo isso, refletindo também sobre a minha posição, condição de filho e o que representou para a minha vida ter uma mãe, me faz compreender a necessidade e o dever de ser, um ser humano melhor, mais compreensível, mais educado, mais tolerante, mais sensível e mais integrado à vida.

Tudo em minha mente aponta para este ser quase que enigmático, que postulamos chamar de mãe, que torna quase que tangível, embora em dimensão inferior, o amor do Pai maior.

Se todos nós somos filhos de mães, mas nem todos são mães e nem pais, isso já nos leva naturalmente entender a razão porque ela merece, não somente um dia especial de homenagens, mas todos os dias de reconhecimento.

A Deus e a elas, devemos nutrir os mais sagrados afetos, pelo que são e pelo desejo de serem melhores, a cada momento, sempre visando o bem de seus filhos.

Parabéns a todas as mães!

Pr. F. Meirinho

 

NÃO IMPORTA O PORTADOR E SIM O PRODUTO?

27 Abr

Imaigreja

Recentemente um amigo esteve comigo, dotado de muitas experiências de atuação evangelística em muitos estados do Brasil. Conversamos sobre vários assuntos relacionados à família, política, religião e polarizando mais para discutir o momento cristão no Brasil e no mundo.

Falei a ele, que acredito que pregadores atores, e instituições que atuam, apenas, podem pregar o evangelho, mesmo não vivendo e não crendo, podendo em muitas ocasiões resultar em conversão verdadeira. Mas, elas precisam ser incentivadas a conhecer melhor, com maior profundidade o Evangelho de Cristo para poderem  julgar o contexto, tendo por base a veracidade da verdade em Cristo.

A essa altura da conversa, colocou o seguinte: Conheço uma pessoa, que agora é muito devota e bem integrada à vida da igreja de Cristo, exercendo o ministério pastoral e que tem a seguinte experiência:

Ele e seu amigo de bar, beberam quase a noite inteira. Já, madrugada, disse ao seu amigo bêbado: – Tenho um grande vazio em minha alma, etc. Já me falaram a respeito de Jesus, que pode, tanto salvar o homem, quanto libertar e preencher vazios existenciais.

O amigo ouvindo-o disse-lhe, balbuciando… sob efeito do álcool: É – é é é….ver..da..de! Eu…já experimentei isso mas, abandonei Je je s u s! Emendou: É simples! Você confessa Jesus, como o seu salvador, de todo o teu coração e tudo isso se tornará realidade. – O amigo disse: Eu quero! Ele se converteu ali mesmo, com simultânea oração do amigo embriagado. Imagine como foi essa oração! Durante a semana, procurou irmãos na cidade, contou a sua experiência, e a partir dali, sua vida foi transformada pelo poder do Evangelho.

Acostuma dizer: Quem me conduziu a Cristo foi o meu amigo, mesmo estando embriagado e voluntariamente afastado de Jesus. Ele continuou no mundo do álcool, mas eu descobri Jesus Cristo.

Embora o portador não vivesse o que pregou, mas pregou o que gera vida e libertação: O “evangelho  é o poder de Deus para  salvação de todo aquele que crê…”.(Rm 1. 16) Jesus disse: “Quem  não é contra nós e por nós”. A palavra de Deus  tem vida em si mesma. Por isso, ela tem efeito quando você lê, não importa o tipo de livro, e quando você ouve, não importa o seu portador.

Depois dessa experiência, ele entrou em comunhão com a igreja na cidade, enquanto o seu amigo continuou vivendo a sua própria vida, rejeitando o autor da salvação.

Não importa quem lhe falou da verdade redentora em Cristo, importa é crer e depois receber informações confiáveis de como seguir a Jesus, segundo o Evangelho. Isso você precisa procurar no Novo Testamento, em pessoas que seguem a Cristo, que é – a luz do mundo, que não vai só passar o que ouviu, mas também o que está vivenciando.

Com base nessa experiência, desejo ressaltar que, aprendi com o tempo, distinguir cristãos das religiões, chamadas cristãs. Algumas estãos mais próximas de Cristo, outras distantes, e outras apenas se denominam cristãs, mas nada tem de cristianismo. Mas, isso não significa que algumas que se distanciaram da base, não tenham conhecimento da pedagogia bíblica da salvação.

Meu apelo ao indivíduo seguidor de Jesus: Julgue melhor, a procedência e o conteúdo da religião que você pertence, para ver se a mesma tem alguma relação com Jesus e a sua igreja, pois diferente do amigo que não vivia, mas comunicou a verdade salvadora uma só vez; no local ou intituição que você optar por participar diretamento como membro, participante, você deverá também absorver outros conteúdos. Será que que os mesmos estão de acordo com o s ensinos de Jesus Cristo? Reiterando: Algumas instituições cristãs conhecem a mensagem inicial do Evangelho no que diz respeito a salvação, a exemplo do amigo alcoólatra, mas se sente inviablizada, por vários fatores a passar os demais princípios do Evangelho. Outras, pode ser, que tenham uma relação com a palavra do Evangelho de forma mais significativa, mas outras pode ser que sejam apenas um negócio eclesiástico, uma prestadora de serviços religiosos, uma espécie de comunidade religiosa com outras finalidades.

Pelos frutos conhecereis, isso vale tanto para pessoa, quanto para a instituição.

Nas minhas observações tenho visto que, muitas pessoas são cristãs verdadeiras, mas a religião a que pertencem não, e quando percebem isso, abandonam a estranha religião e correm para Cristo. O problema é que muitos se tornam alienados, e não percebem que estão enganados. Como diz o ditado popular – nunca é tarde para recomeçar e procurar estar atento a tudo. Muitos depois de descobrirem onde estavam metidos  concluem: Minha religião era apenas atora, pregando o que não era, não vivia e não acreditava.

A salvação e libertação inicial é simples, mas para uma vida mais abundante é preciso seguir o processo revelado na Palavra de vida, a exemplo do que está escrito em João 8. 31 e 32, que de forma resumida diz: “Jesus disse aos judeus que creram nele (eram crentes). Se vocês permanecerem em mim e na minha palavra serão meus discípulos. (Para ser discípulo tinham que permanecer na palavra e em Cristo). O resultado seria: “e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”.

Há cristãos que ainda não estão libertos, porque não conheceram a verdade libertadora, fruto de uma aprendizado discipular, revelado por Cristo e recomendado a todos que o seguem. Por esta razão, estudar a bíblia, principalmente o Novo Testamento é de fundamental importância, para quem deseja viver dentro da verdade pregada e colocada à disposição de todos nós, por Jesus, seus apóstolos e demais seguidores.

F. Meirinho

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PÁSCOA E SEUS SÍMBOLOS

30 Mar

PÁSCOA E SEUS  SÍMBOLOS

imacordeiroPães asmos, ovo de chocolate, cordeiro, coelho, pão e vinho. Tudo isso e muito mais fazem parte dos símbolos da páscoa no contexto bíblico-histórico-cultural.

Qual a relação de tudo isso com a páscoa? As explicações são variadas, mas sempre com conotações positivas, quando  entendemos que aponta para algo extraordinário que aconteceu, cujo objetivo final era – salvação e libertação.

De acordo o Antigo Testamento, os judeus reuniam-se anualmente em Jerusalém para comemorarem a páscoa, tendo os seguintes ingredientes no cardápio festivo: Pães asmos/ázimos, cordeiro assado e ervas amargas, carregados de significados: Pão sem fermento -simbolizava a pureza,  ervas amargas – sofrimento da servidão, e o cordeiro recordava o sacrifício – que tinha por objetivo o perdão, a remissão, além de apontar objetivamente para a libertação política e social da escravatura do povo de Deus do domínio egípcio.

Do ponto de vista cultural e religioso, os habitantes do hemisfério norte relacionavam a páscoa cristã com o fim do inverno e início da primavera, que revela a exuberância da vida animal e vegetal. Daí, surgiram os ovos coloridos como símbolos das cores da primavera,  origem da vida e, o coelho, como fecundidade, multiplicidade, abundância e origem, sem deixar de ter relações com culturas pagãs milenares.

Tudo isso, não deixava de ser um grande processo de conscientização dos povos que, de alguma forma mostra uma realidade espiritual que todos viviam, mas que, através da vinda, morte e ressurreição de Cristo, a liberdade esperada se tornava realidade, considerando o paralelo entre libertação social e libertação espiritual.

O espírito humano sempre almejou a liberdade e a comunhão com Deus, mas a mente humana, a alma se mantém em conflito entre o amor que aproxima, e a indiferença que a distancia. O resultado é vermos a humanidade desapontada, como alguns filhos naturais na adolescência, que comportam-se psicologicamente com os pais, de forma estranha: amam, e ao mesmo tempo se rebelam contra eles.

Será que a humanidade, ainda está na sua adolescência espiritual? A fixação por outros símbolos, e não ao original que é o cordeiro, não seria uma forma psicanalítica de demonstrar resistência, impedindo que  conteúdo reprimido constituído de transgressão e culpa congênitas, contra a paternidade universal, possa emergir do inconsciente, levando-o ao insight e  como resultado reconhecer-se como alguém que precisa  reatar aliança com o pai criador, perdoando-o e buscando perdão? Você dirá – Isso é coisa para Freud explicar!

Na busca por Deus, sempre buscamos o caminho mais difícil e não o mais fácil. Por quê? O cristianismo original é simples, mas a religião cristã é complicada. O Evangelho é simples, mas a teologia é complicada.Adorar a Deus em espírito e em verdade é simples, mas produzir todo o aparato idólatra é complicado. O ministério cristão é simples, mas a hierarquia e o poder clerical é complicado. Será que não buscamos sempre o complicado com medo de encarar a verdade? A verdade cristã é simples, mas a mentira religiosa é complicada. Onde a maioria das pessoas está – no simples ou no complicado?

O bem , o simples e prático que o Evangelho mostra rejeitamos, e nos voltamos para algo complexo, que represente os nossos feitos, fruto de nossa criatividade, por isso a fabricação dos ídolos para representação da divindade. Paulo escreveu: “Não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço. Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e, sim, o pecado que habita em mim”. (Rm 7. 19, 20) Em termos de prática cristã devemos nos questionar se estamos fazendo  o que não queremos e não devemos, que é o cristianismo complicado.

A religião que produzimos não é fruto do bem em nós, mas para justificar o mal que não queremos largar. As religiões refletem realmente quem somos. A religião que procede de Deus, que objetiva religar o homem a Deus é simples e não precisa inventar deuses paralelos e nem criar estranhos atalhos.

Você dirá – na páscoa, o símbolo maior é o cordeiro, partindo desta consciência, sempre estará  apontando para  a necessidade de confissão, perdão, que resulta do grande sacrifício. Isso é o que o nosso eu interior deseja, mas tem dificuldade de fazê-lo.  Já o ovo e o coelho, mistificam, enquanto mascaram a originalidade e o sentido da páscoa, fazendo o homem celebrar, sem contudo lembrar da sua necessidade intrínseca que é a busca pela redenção pelo sangue de Cristo. Estamos sempre criando caminhos paralelos, que não se opõem diretamente, mas tentam afastar o homem da verdade, a exemplo do natal, que culturalmente falando, é mas do papai Noel, do que de Cristo.

Apesar da situação espiritual confusa da humanidade, como afirmou Paulo de Tarso – na plenitude dos tempos, Deus enviou o seu filho, nascido de mulher… – O messias, que cresceu e, alcançando sua maioridade foi, de certa forma, apresentado ao mundo por João Batista, que ao avistá-lo,  apontando para Ele, disse: “eis aí, o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”.

Ele não foi apontado como o coelho de Deus, mas de acordo com o símbolo maior, o cordeiro que aponta para a remissão e libertação do pecador. Como tal, deveria ser sacrificado, para se transformar no cordeiro pascal, através do qual alcançaríamos a plena redenção.

O  incentivo para a comemoração não deve ter como base, o velho fermento, e nem outros fermentos à base da maldade e da malícia. E nem da invencionice religiosa. Assim,  só nos resta seguir a dica apostólica que nos leva a refletir de forma mais profunda e precisa, que implica na demonstração do motivo original, sem descartar outros símbolos paralelos incorporados na cultura ocidental, que de certa forma, aponta para algo grandioso, mas, indiretamente. Por isso  é preciso estar atento, para que a criatividade humana, não conspire contra a realidade divina.

Asmos da sinceridade e da verdade,  mostra muito bem o nosso compromisso com tudo o que representa a morte vicária de Cristo e sua gloriosa ressurreição. Também, não podemos nos render à cultura dos povos, que tendem substituir o cordeiro pelo coelho, a vida, pelo ovo, esquecendo da maior mensagem – Cristo é o nosso cordeiro pascal. Substituir, no cristianismo histórico, tem sido o meio enganador, porque desloca os elementos essenciais do seu posto. Por exemplo, apesar do Novo Testamento mostrar Cristo como o centro da nossa experiência e referencia para alcançar a graça salvadora e todos os demais favores, entretanto, o que vimos é a substituição por outros elementos periféricos: personalidades, ídolos, teologias, conceitos, etc.

Se você degusta o chocolate, ovo, carne de cordeiro, pode ter bom paladar. Se além disso, percebe e se alimenta da principal mensagem da páscoa, é porque seu coração foi conquistado pelo amor Deus, que nos convence a distinguir, a diferença entre a festa popular da páscoa e da comemoração original, que se resume no princípio da sinceridade, e na verdade  relevante, procedente de Deus, que aponta para Cristo, como o cordeiro que tira o pecado do mundo

Não tenha medo da verdade, dê vazão para a necessidade do seu interior, e celebre a páscoa, no seu maior sentido, na forma apresentada pelo Evangelho, mesmo com a páscoa cultural: “Por isso, celebremos  a festa, não com o velho fermento, nem com o fermento da maldade e da malícia; e sim, com os asmos da sinceridade e da verdade”. (1 Co 5. 7)

Jesus quando se dirigiu ao judeus que haviam crido nele, disse: “…se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo 8. 30 – 32).

Há muitos cristãos, mas poucos que alcançaram a verdade libertadora. Este foi o desafio que Jesus lançou a esses judeus crentes. Eles já haviam crido, mas para que encontrasse a libertação teriam de,  além da fé inicial, dar os seguintes passos: a) permanecer na palavra; b) ser discípulos verdadeiros; c) conhecer a verdade; e finalmente serem libertos pela verdade.

Buscar a verdade nunca foi um caminho muito fácil, mas necessário, para uma vida comprometida com Deus que produz a grande libertação, tanto dos mitos que ofuscam o conhecimento, quanto dos ídolos cegos e mudos, como também, da falsa religiosidade que impede o nosso progresso, porque nos mantém no retrocesso da vida, na cegueira espiritual e sob manipulação de líderes inescrupulosos.

F. Meirinho

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MORTE NECESSÁRIA

27 Mar

MORTE NECESSÁRIA

imacoroaespCerta pessoa, indagada sobre o fato de sua demonstração religiosa, quanto ao período como este, também conhecida como semana da paixão, onde se reflete sobre o sofrimento, morte e ressurreição de Cristo, expressou ter dúvidas quanto a tudo o que se refere a Cristo e sua paixão, mas se tornara um praticante de ritos e liturgias, porque  foi dessa forma que tinha sido educado.

Apesar de alguns terem dúvidas, e outros não compreenderem o porquê do processo doloroso da vida de Cristo, buscando nas escrituras, sem muita explicação lógica, Cristo e os apóstolos foram contundentes em afirmar, que sua morte era necessária.

Era necessária, porque estava escrito: “A seguir Jesus lhes disse: São estas as palavras que eu vos falei, estando ainda convosco, que importava que se cumprisse tudo o que de mim está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos. Então se lhes abriu o entendimento para compreenderem as Escrituras; e lhes disse: Assim está escrito que o Cristo havia de padecer, e ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia”. (Lucas 24. 44-46)

Nos primeiros anos apostólicos eram considerados Escrituras – A Lei, os Salmos e os profetas, e a base de compreensão  consistia em saber se os fatos se fundamentavam nas Escrituras, e isso ficou, definitivamente comprovado.

Mais tarde, Paulo em visita a Tessalônica, onde havia uma sinagoga judaica, procurou os judeus para mostrar que, segundo as escrituras, Cristo deveria sofrer, morrer e ressuscitar: “…expondo e demonstrando ter sido necessário que o Cristo padecesse e ressuscitasse dentre os mortos; e que este é o Cristo, Jesus, que eu vos anuncio”. (Atos 17. 1 – 4)

O processo vicário de Cristo foi necessário. Estava escrito. Logo, considerando que a nossa salvação e libertação dependeria de seu sacrifício, também se tornou necessário, que, tanto o Cristo, quanto o que fez, fosse aceito por fé, para que o resultado se transformasse em salvação pessoal.

Se a morte dele foi necessária, para o início da história redentora, a igreja de Cristo, se desejar, ou continuar ser igreja Dele, se faz necessário que essa mensagem, que se tornou fato, seja imprescindível e totalmente incorporada na vida dos seus seguidores.

Foi necessário que ele morresse, para que as nossas necessidades espirituais fossem supridas. É necessário crer!

(F. Meirinho)

  • SOFRIMENTO E MORTE DE CRISTO

A razão humana jamais entenderá a razão da morte de Cristo. O que acontecia nos bastidores do celeste nenhum terrestre foi capaz de deslindar. Mas, da parte de Cristo estava claro o seu destino: “Não deveria o Cristo sofrer, para depois entrar na sua glória?

Morrer para a mente de Cristo, era desvendar e abrir o caminho para a vida. Afirmou: “Se o grão de trigo cair na terra e não morrer, fica ele só. Mas, se morrer dá muito fruto”. Ele estava predestinado a frutificar. Sua morte consistia, no processo natural, através da qual, a vida resultaria da morte.

Cada cristão, que se sente beneficiado pela morte que produz vida, não se furta em testemunhar sua experiência de salvação e libertação, desde os tempos mais remotos.

São Martym deixa sua síntese sobre a vida o sacrifício de Cristo: “Ó Deus, seu sacrifício apaziguou tua ira. Seu sangue lavou minhas impurezas. Sua cruz quebrou a minha maldição. Sua morte fez expiação por mim. Colocaste tua palavra diante de mim como uma tocha, tocaste-me o coração, para que eu abominasse todos os outros méritos, com exceção dos de Jesus”.

(F. Meirinho

A IGREJA E OS DESAFIOS DO NOSSO TEMPO

6 Mar

A IGREJA

E OS DESAFIOS DO NOSSO TEMPO

ImaigrejaO que Jesus e seus apóstolos ensinaram não é fácil encarar, por isso as religiões cristãs preferem tratar de outros assuntos, do que propriamente sobre a doutrina cristã. Podemos afirmar que a igreja de hoje está mais pronta para ouvir coisas estranhas do que pronta para ouvir a verdade e crescer em Deus com inteligência, transparência e na sã doutrina.

É muito mais fácil girar em torno das liturgias, sacramentos, milagres, teologia da prosperidade, teologia da libertação e outros ritos, modismos, e coisas triviais, porque não  coloca o sujeito no  ideal de Cristo, dentro da vida ativa, do ponto de vista da sua prática e da ação propulsora que leva a pessoa agir na igreja ativa de Deus.

Por isso, dificilmente, ou com raras excessões, uma religião cristã se enquadra dentro do ideal de Jesus, do perfil, cujo modelo, não é a igreja local, visível, mas a idealizada, a mística, corpo de Cristo, esposa do cordeiro, aquilo que ele ensinou, o próprio Cristo. A igreja local deve ser um estado, ambiente, uma assembleia, em que se treina para viver em missão temporal, preparando-se para a conquista do que é eterno.

Para fugir dessa matriz absoluta, que exige conversão, transformação e nova vida, foi criado um sistema paralelo, que distanciou as congregações (denominação/religião cristã) do projeto original. Como sempre, há os que são fiéis e aspiram com sinceridade por algo mais consistente. O joio e o trigo sempre conviveram. Fica complicado é quando o joio se torna em número maior e começa o processo de sufocação, deterioracão, aniilamento e perda de referência, como se afirma em física: a massa maior atrai a menor, que espiritualmente Paulo se refere ao conceito de primícia e raiz: “E, se forem santas as primícias da massa, igualmente o será a sua totalidade; e ser for santa a sua raiz, também os ramos o serão”.  (Romanos 11.16) O inverso é verdadeiro. Serve aqui a pergunta de Tiago, quando se referia à lingua:”Acaso  pode a fonte jorrar do mesmo lugar o que é doce e o que é amargo”. (Tiago 5. 11) Uma religião, ou liderança fora dos padrões determinado pelo Evangelho, pode produzir uma igreja sadia?

Podemos observar que os principais ensinos de Jesus  coloca em foco as relações humanas, que resulta da relação com Deus, através da comunhão com Cristo. Comunhão quer também dizer – estar de comum acordo. Estando nele, o fruto aparece: “Todo ramo que, estando em mim não der fruto ele o corta, e todo o que dá fruto, limpa para que produza mais fruto ainda”. (Jo 15. 2)

O que Jesus ensinou demonstra claramente o seu ideal de igreja. Foi com base nesses ensinamentos que a igreja primitiva se fundamentava e dava o seu início. E foi em defesa de tudo isso, que os apóstolos em seguida trabalharam, o que não foi fácil, mas eles não se renderam. Como sabemos que não foi fácil? Basta ler as recomendações apostólicas e informações que eles tiveram do comportamento de muitos no primeiro século.

Para os apóstolos serem fiéis às ordenanças de Jesus, no sentido de viverem e proclamarem suas verdades eram o grande objetivo e desafio. Esses ensinos eram revolucionários, de tal maneira que seriam inviáveis, se a pessoa interessada não sofresse uma verdadeira metamorfose tornando-se nova criatura, para poderem assimilar e se incorporar nas boas novas.

Vamos mostrar um pouco do pensamento de Jesus, que ele colocou como verdade  viável, mas não fácil.

Partes seletas dos ensinos de Jesus em Mateus no capítulo cinco, que pode ser apenas um lampejo de tudo aquilo que Jesus queria que os seus seguidores compreendessem e vivessem. Seus seguidores formavam a sua igreja, sua assembleia, reunião de orientação.

“Vós sois o sal da terra; mas se o sal se tornar insípido, com que se há de restaurar-lhe o sabor? para nada mais presta, senão para ser lançado fora, e ser pisado pelos homens.

Vós  sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte; nem se acende uma candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e assim ilumina a todos que estão na casa.

Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.

Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não; pois o que passa daí, vem do Maligno.

Eu, porém, vos digo que não resistais ao homem mau; mas a qualquer que te bater na face direita, oferece-lhe também a outra; e ao que quiser pleitear contigo, e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa; e, se qualquer te obrigar a caminhar mil passos, vai com ele dois mil.

Dá a quem te pedir, e não voltes as costas ao que quiser que lhe emprestes.

Ouvistes que foi dito: Amarás ao teu próximo, e odiarás ao teu inimigo.

Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai que está nos céus; porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos.

Pois, se amardes aos que vos amam, que recompensa tereis? não fazem os publicanos também o mesmo?

E, se saudardes somente os vossos irmãos, que fazeis demais? Não fazem os gentios também o mesmo?

Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai celestial”.

Nosso grande desafio, não é se adequar a uma religião cristã, mas seguir, praticar os ensinamentos de Jesus de Nazaré e fazer com que a congregação onde participamos se incorpore ao ideal de Cristo.

Considerando que as denominações cristãs, que devem funcionar, substituindo o modelo primitivo, como congregaçõess ou igreja local; ao longo do processo histórico, e muito mais no presente, disputam entre si, e internamente o poder políticofinanceiro, isso contribuiu para que o ideal de Jesus fosse relegado a planos inferiores, desde os primórdios, o que não permitiu que o Espírito guiasse as igrejas em toda a verdade, como era o ideal.

É claro que perguntamos: por que o Espírito não conduziu a igreja a toda a verdade, conforme Jesus prometeu? “…quando vier porém, o Espirito da verdade ele vos guiará a toda a verdade…” (Jo 16. 13). Se a igreja como um todo na soma das partes, estivesse em consonância, não entraria em discrepançia. Mas a resposta que temos é que, ela não seguiu a orientação do Espírito. Todos nos sabemos que muitas denominações consideram-se mutuamente como seitas, como portadoras de heresias, mas  na verdade, se omitem de falar e viver de acordo com os ensinamentos de Cristo, mas todas desejam dizer que são de Cristo. Neste caso, cabe a cada cristão, particularmente, aumentar a sua consciência cristã para que continue sendo luz do mundo, sal da terra, mesmo que a sua denominação não a seja. Mesmo que seus líderes sejam acusados de práticas imorais e ilegais. Mas,  se a congregação, ou sua liderança se prostituirem e prevaricarem? O Evangelho continua se dirigindo tanto ao indivíduo, quanto à coletividade. Se o sujeito cristão perceber que a liderança saiu fora do projeto de Deus, vale a recomendação de Jesus: “Buscai primeiramente o reino de Deus e a sua justiça”. Não podemos nos tornar conivente e participantes das obras das trevas, por que nos tornaremos como os demais. Têm muitos, que se escondem por detrás do nome – Igreja de Cristo – para enganar, usurpar  explorar em nome de Deus. Utilize do dispositivo chamado – Responsabilidade individual, para julgar a procedência, tanto da mensagem, quando do pensamento e comporamente da liderança: “Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina…”. (2 Tm 4. 16)

Quando Jesus fala em luz do mundo, pode incluir também a religião cristã, que representa o conjunto de cristãos em uma localidade ou comunidade, por que, mesmo que não seja mundo, malévolo mas está no mundo social.

Lutero, que se tornou  o reformador, não tinha interesse em deixar a igreja administrada pelos seu líderes, mas, como se dedicava em estar sintonizado na referência maior do cristianismo – a bíblia, pode ver e apontar erros praticados,  não  compatíveis com os princípios do evangelho, registrado no Novo Testamento, no qual estava fundamentado.

Sua consciência cristã estava acima da consciência da igreja, religião/denominação/congregação.

Sua religião pode está perdida, mas você pode estar salvo, e para se manter salvo, santo, fora da “corrupção que está no mundo”, você precisa reagir à conformidade.

Por isso enfatizamos: Nós somos responsáveis pelas transformações significativas, que podem resultar na diminuição da hipocrisia, da valorização das questões triviais, e das mentiras que a religião é capaz de sacramentar, que solapam os valores da verdade e como resultado nos aproximaremos mais do que é essencial, com base no amor, na compreensão, no respeito humano e na fé verdadeira em Jesus Cristo, Salvador e Senhor.

* Nosso próximo assunto será – abordar sobre o que foi colocado como ideal de Jesus: Ser luz do mundo e resplandecer diante dos homens; a nossa maneira de falar; não resistir ao homem mau; dá a quem pedir; amar o inimigo; orar pelos que perseguem; ser perfeito como pai celestial. Coisas que Jesus falou, mas a igreja calou.

Ouvistes o que foi dito!

(F. Meirinho)

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